quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Mineirão 50 anos - Treinadores da década de 1980

Carlos Henrique

Ênio Andrade (foto) foi um dos treinadores que comandou o Cruzeiro no Mineirão na década de 1980.

1980
Ilton Chaves (19 jogos, 10 vitórias, 6 empates e 3 derrotas)
Tim (8 jogos, 5 vitórias, 2 empates e 1 derrota)

1981
Claudio Garcia (5 jogos, 2 vitórias, 2 empates e 1 derrota)
Didi (16 jogos, 7 vitórias, 5 empates, 4 derrotas)
Procópio (8 jogos, 4 vitórias, 2 empates, 2 derrotas)
Cento e Nove (3 jogos, 3 vitórias)

1982
Brito (8 jogos, 5 vitórias, 1 empate e 2 derrotas)
Yustrich (29 jogos, 15 vitórias, 10 empates e 4 derrotas)

1983
Orlando Fantoni (28 jogos, 14 vitórias, 11 empates, 3 derrotas)
Benecy Queiroz (2 jogos, 1 empate, 1 derrota)
Ilton Chaves (2 jogos, 2 vitórias)

1984
João Francisco (18 jogos, 15 vitórias, 1 empate e 2 derrotas)
Oswaldo Brandão (11 jogos, 6 vitórias, 4 empates e 1 derrota)
Ilton Chaves (2 jogos, 2 derrotas)

1985
João Francisco (16 jogos, 7 vitórias, 5 empates, 4 derrotas)
Moraes (25 jogos, 10 vitórias, 12 empates, 3 derrotas)

1986
Carlos Alberto Silva (12 jogos, 8 vitórias, 3 empates e 1 derrota)
Jair Bala (6 jogos, 4 vitórias, 2 derrotas)
Procópio (9 jogos, 6 vitórias, 1 empate e 2 derrotas)

1987
Carlos Alberto Silva (5 jogos, 2 vitórias, 3 empates)
Jair Pereira (9 jogos, 4 vitórias, 4 empates, 1 derrota)
João Avelino (6 jogos, 4 vitórias, 1 empate, 1 derrota)
Paulinho de Almeida (2 jogos, 2 vitórias)
Raul (3 jogos, 3 vitórias)
Rui Guimarães (11 jogos, 5 vitórias, 5 empates, 1 derrota)

1988
Lacerda (2 jogos, 2 empates)
Carlos Alberto Silva (22 jogos, 16 vitórias, 5 empates, 1 derrota)
Formiga (6 jogos, 3 vitórias, 2 empates, 1 derrota)
Rui Guimarães (1 jogo, 1 vitória)
Ze Carlos (2 jogos, 1 vitória, 1 derrota)

1989
Lacerda (1 jogo, 1 vitória)
Carlos Alberto Silva (2 jogos, 1 vitória, 1 empate)
Ênio Andrade (14 jogos, 9 vitórias, 3 empates, 2 derrotas)
João Francisco (10 jogos, 6 vitórias, 3 empates, 1 derrota)

sábado, 26 de setembro de 2015

Mineirão 50 anos - Maiores goleadas pela Libertadores


Carlos Henrique

Maiores goleadas no Mineirão pelo Taça Libertadores
03/02/2010 - Cruzeiro 7 x 0 Real Potosí (1)
20/05/1976 - Cruzeiro 7 x 1 Alianza (2)
17/03/2004 - Cruzeiro 5 x 0 Concepcion (3)
10/04/2001 - Cruzeiro 5 x 0 Sporting Cristal (2)
25/02/2014 - Cruzeiro 5 x 1 Universidad Chile
20/03/1967 - Cruzeiro 4 x 0 Deportivo Italia (4)
27/04/1967 - Cruzeiro 4 x 1 Universitário (2)
24/03/1976 - Cruzeiro 4 x 1 Luqueño (5)
04/04/1976 - Cruzeiro 4 x 1 Olimpia (5)
30/05/1976 - Cruzeiro 4 x 1 LDU (6)
21/07/1976 - Cruzeiro 4 x 1 River Plate (7)
15/05/2001 - Cruzeiro 4 x 1 El Nacional (6)
24/02/2010 - Cruzeiro 4 x 1 Colo Colo (3)
(1) Bolívia, (2) Peru, (3) Chile, (4) Venezuela, (5) Paraguai, (6) Equador, (7) Argentina

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Mineirão 50 anos - Treinadores da década de 1960

Carlos Henrique

O treinador Airton Moreira foi o treinador que por mais vezes dirigiu o Cruzeiro no Mineirão nos anos 1960. Na foto acima, ele (a esquerda) confere com o ponta direita Wilson Almeida uma premiação (bicho) de 55 mil cruzeiros. A foto é de 1965.

1965
Airton Moreira (12 jogos e 12 vitórias)

1966
Airton Moreira (43 jogos, 33 vitórias, 2 empates e 8 derrotas)

1967
Airton Moreira (26 jogos, 21 vitórias, 2 empates e 3 derrotas)
Adelino (3 jogos, 2 vitórias e 1 derrota)
Orlando Fantoni (8 jogos, 6 vitórias e 2 empates)

1968
Orlando Fantoni (37 jogos, 26 vitórias, 10 empates e 1 derrota)

1969
Gérson dos Santos (33 jogos, 28 vitórias, 3 empates e 2 derrotas)

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Mineirão 50 anos - Artilheiros de 1980 a 1985

Carlos Henrique

O meia Tostão foi o artilheiro do Cruzeiro no Mineirão nas temporadas de 1982, 1983 e 1985

Quadro de artilheiros do Cruzeiro no Mineirão em 1980
1º Mauro 16
2º Roberto César 12
3º Alexandre 6
4º Carlinhos 5
5º Eli Carlos, Luiz Carlos Oliveira e Tião 3
8º Geraldão 2
9º Jesum, Joãozinho, Luiz Cosme, Mundinho, Nelinho, Nelio e Zezinho Figueroa 1

Quadro de artilheiros do Cruzeiro no Mineirão em 1981
1º Edmar 14
2º Eudes 7
3º Nelinho 5
4º Carlinhos 4
5º Vagner 3
6º Luiz Carlos Oliveira, Macedo e Mauro 2
9º Abel, Jacinto, Jair, Joãozinho, Remi, Roberto César e Zé Henrique 1

Quadro de artilheiros do Cruzeiro no Mineirão em 1982
1º Tostão 18
2º Eudes 8
3º Mauro 4
4º Edmar, Edu Lima, Nelinho e Savio 3
8º Abel, Celso Roberto, Eduardo e Macedo 2
12º Carlinhos, Jesum, Luiz Carlos Oliveira, Paulinho e Zezinho Figueroa 1
Gol contra: Edinho (Volta Redonda-RJ), Gilvan (Uberaba) e Simão (Tupi) 1

Quadro de artilheiros do Cruzeiro no Mineirão em 1983
1º Tostão 13
2º Carlinhos 10
3º Edmar 8
4º Joãozinho 5
5º Palhinha e Seixas 4
7º Ailton 3
8º Ivan 2
9º Ademar, Alves, Douglas, Eugenio e Felix 1
Gol Contra: Jaiminho (Valerio)

Quadro de artilheiros do Cruzeiro no Mineirão em 1984
1º Seixas 15
2º Tostão 12
3º Carlinhos 7
4º Evaristo 6
5º Ademar e Eduardo 5
7º Ailton, Arildo, Douglas, Geraldão, Geraldinho, Joãozinho, Luiz Cosme, Palhinha e Quirino 1
Gol Contra: Luisinho (C.a.m.)

Quadro de artilheiros do Cruzeiro no Mineirão em 1985
1º Mirandinha e Tostão 13
3º Edu Lima 7
4º Carlinhos e Dedé de Dora 4
6º Quirino e Robson 3
8º Ailton, Geraldão e Seixas 2
11º Eduardo, Luiz Cosme, Nenê e Orlando 1
Gol contra: Ricardo Balbino (Tupi) 1

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Mineirão 50 anos - Quem mais jogou em 1972 e 1973

Carlos Henrique

O lateral esquerdo Vanderlei (na foto - à direita - com a Taça Libertadores) foi por dois anos consecutivos (1972/73) o jogador que mais partidas disputou com a camisa cruzeirense no Mineirão

Jogadores do Cruzeiro que mais atuaram no Mineirão em 1972
1º Piazza, Roberto Batata e Vanderlei 30
4º Zé Carlos 28
5º Lauro 24
6º Lima e Palhinha 23
8º Eduardo e Fontana 22
10º Hélio 21
11º Darci, Dirceu Lopes e Rinaldo 19
14º Moraes e Pedro Paulo 14
16º Baiano, João Ribeiro e Raul 11
19º Perfumo 8
20º Rodrigues 6
21º Luiz Carlos 5
22º Mizael 4
23º Celton e Toninho Almeida 2
25º Álvaro, Geraldo Galvão, Repeto, Tostão 1

Jogadores do Cruzeiro que mais atuaram no Mineirão em 1973
1º Vanderlei 37
2º Lima 36
3º Nelinho 34
4º Helio e Piazza 33
6º Baiano 32
7º Zé Carlos 31
8º Dirceu Lopes e Roberto Batata 27
10º Eduardo 24
11º Dirceu Alves 23
12º Palhinha 22
13º Darci 20
14º Perfumo 19
15º Toninho Almeida 16
16º Mizael e Pedro Paulo 14
17º Evaldo 12
18º Joãozinho 9
19º Miro, Moraes e Raul 7
22º Rinaldo 6
23º Juarez 4
24º Procópio, Toinzinho e Waender 3
27º Souza 2
28º Lauro, Lima Pádua e Silva 1

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Puta que pariu, é a camisa mais bonita do Brasil

por Bernardo Pombo

Estrangeiros elegem a camisa mais bonita do futebol brasileiro

Fazer uma enquete entre brasileiros para escolher a camisa mais bonita do futebol nacional não teria graça. Afinal, as torcidas votariam nos próprios mantos. Por isso, o blog Pombo sem asa convocou os craques THIAGO BENEVENUTTE e LUCAS DE FREITAS, foi a campo e ouviu a opinião de 50 estrangeiros para fazer um ranking dos mais belos uniformes levando em conta os times das Séries A e B.

Cada estrangeiro votou nas três camisas mais bonitas na opinião deles, e levamos em conta as seguintes pontuações: 1º lugar - 10 pontos; 2º 7 pontos; 3º 4 pontos.

Os estrangeiros receberam - através de Facebook, Twitter ou e-mail - uma imagem com as 40 camisas sem patrocinadores das Séries A e B, com numeração de 1 a 40, sem o nome das equipes, para não influenciar qualquer escolha. A ideia foi ter a visão mais imparcial possível.

A camisa do Cruzeiro foi eleita a mais bela, seguida pela do Coritiba e da Ponte Preta. Da Série A, o único clube não votado foi o Sport.

Confira o ranking das mais belas camisas do futebol brasileiro na visão de estrangeiros:
1 - Cruzeiro - 97 pontos
2 - Coritiba - 85 pontos
3 - Ponte Preta - 80 pontos
4 - Santos - 79 pontos
5 - Inter - 73 pontos
6 - Fluminense - 71 pontos
7 - Bahia - 62 pontos
8 - Corinthians - 59 pontos
9 - Grêmio - 54 pontos
10 - Goiás - 39 pontos
11 - Figueirense - 35 pontos
12 - Atlético-PR, Flamengo e São Paulo - 34 pontos
15 - Atlético-GO - 25 pontos
16 - América-MG e Vasco - 21 pontos
18 - Santa Cruz - 18 pontos
19 - Chapecoense, Joinville e Palmeiras - 14 pontos
22 - Sampaio Corrêa-MA e ABC-RN - 11 pontos24 - Vitória - 10 pontos
25 - Atlético-MG e Ceará - 8 pontos
27 - Criciúma - 7 pontos
28 - Avaí, Botafogo, Bragantino, CRB, Mogi Mirim, Náutico, Paraná e Paysandu - 4 pontos
36 - Boa Esporte, Luverdense, Macaé, Oeste e Sport - nenhum ponto

Confira a matéria no blog pombo sem asa no link abaixo:
http://globoesporte.globo.com/blogs/especial-blog/pombo-sem-asa/post/estrangeiros-elegem-camisa-mais-bonita-do-futebol-brasileiro-confira-o-ranking.html

Mineirão 50 anos - Maiores Goleadas no Campeonato Brasileiro

Carlos Henrique

Maiores goleadas no Mineirão pelo Campeonato Brasileiro:
21/11/1970 - Cruzeiro 6 x 0 Ponte Preta
29/8/1971 - Cruzeiro 6 x 0 Ceará
6/4/1978 - Cruzeiro 6 x 0 Uberlândia
5/11/1993 - Cruzeiro 6 x 0 Bahia
14/9/1966 - Cruzeiro 6 x 1 Americano-RJ
9/2/1969 - Cruzeiro 6 x 1 Atlético-GO
27/1/1974 - Cruzeiro 6 x 1 Vitória-BA
25/10/1979 - Cruzeiro 5 x 0 Bahia
3/12/1995 - Cruzeiro 5 x 0 Bahia
12/11/1998 - Cruzeiro 5 x 0 Juventude
2/10/2004 - Cruzeiro 5 x 0 Ponte Preta
2/9/2007 - Cruzeiro 5 x 0 Palmeiras
26/7/2014 - Cruzeiro 5 x 0 Figueirense

Maiores goleadas em clássicos no Mineirão pelo Campeonato Brasileiro:
5/3/1967 - Cruzeiro 4 x 0 C.a.m.
2/4/1978 - Cruzeiro 4 x 1 América
3/10/1998 - Cruzeiro 4 x 1 América
28/7/2013 - Cruzeiro 4 x 1 C.a.m.
3/10/1999 - Cruzeiro 3 x 0 C.a.m.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Mineirão 50 anos - Treinadores da década de 1970

Carlos Henrique

Ilton Chaves foi o treinador que mais dirigiu o time do Cruzeiro no Mineirão nos anos 1970. Ao todo foram 150 jogos em quatro passagens em 1970, 1971, 1972 a 1975 e 1979.

1970
Filpo Nuñes (8 jogos, 2 vitórias, 3 empates, 3 derrotas)
Gerson Santos (18 jogos, 11 vitórias, 3 empates e 4 derrotas)
Ilton Chaves (9 jogos, 5 vitórias, 3 empates e 1 derrota)

1971
Ilton Chaves (12 jogos, 10 vitórias, 1 empate e 1 derrota)
João Crispim (10 jogos, 7 vitórias e 3 empates)
Orlando Fantoni (15 jogos, 7 vitórias, 5 empates e 3 derrotas)

1972
Yustrich (9 jogos, 6 vitórias e 3 empates)
Ilton Chaves (22 jogos, 13 vitórias, 7 empates e 2 derrotas)

1973
Ilton Chaves (40 jogos, 20 vitórias, 15 empates e 5 derrotas)

1974
Ilton Chaves (43 jogos, 26 vitórias, 12 empates e 5 derrotas)

1975
Ilton Chaves (15 jogos, 12 vitórias, 1 empate e 2 derrotas)
Moacir Rodrigues (3 jogos, 2 vitórias e 1 derrota)
Zezé Moreira (14 jogos, 8 vitórias, 4 empates e 2 derrotas)

1976
Zezé Moreira (36 jogos, 27 vitórias, 4 empates e 5 derrotas)

1977
Zezé Moreira (8 jogos, 4 vitórias, 1 empate e 3 derrotas)
Antônio Lacerda (2 jogos e 2 vitórias)
Yustrich (18 jogos, 11 vitórias, 4 empates e 3 derrotas)
Aimoré Moreira (7 jogos, 3 vitórias, 1 empate e 3 derrotas)

1978
Aimoré Moreira (3 jogos, 1 vitória e 2 derrotas)
Procópio (4 jogos, 4 vitórias)
Zé Duarte (24 jogos, 14 vitórias, 8 empates e 2 derrotas)

1979
Zé Duarte (6 jogos, 3 vitórias, 1 empate e 2 derrotas)
Barbatana (30 jogos, 17 vitórias, 9 empates e 4 derrotas)
Pedro Pires de Toledo (1 jogo, 1 empate)
Ilton Chaves (9 jogos, 7 vitórias, 1 empate e 1 derrota)

sábado, 19 de setembro de 2015

Cruzeiro x Chapecoense

Carlos Henrique

CAMPEONATO BRASILEIRO

30/08/2014 - Cruzeiro 4 a 2
Turno - Mineirão
Gols: Zezinho 10' (0-1), Léo 49' (1-1), Marcelo Moreno 51' (2-1), Alisson 57' (3-1), Bruno Rangel 69' (3-2), Marcelo Moreno 70' (4-2)
30/11/2014 - Empate 1 a 1
Returno - Arena Condá (Chapecó-SC)
Gols: Bruno Rangel 40' (0-1), Hugo Ragelli 71' (1-1)
21/06/2015 - Chapecoense 1 a 0
Turno - Mineirão
Gol: Camilo 35'
20/09/2015 - Cruzeiro 2 a 0
Returno - Arena Condá (Chapecó,SC)
Gols: Fabiano 11', Rafael Lima (contra) 22'
29/06/2016 - Chapecoense 3 a 2
Turno - Arena Condá (Chapecó, SC)
Gols: Matias Pisano 6' (1-0), Silvinho 41' (1-1), Arthur Maia 68' (1-2), Fabrício Bruno 83' (2-2), Kempes 88' (2-3)
16/10/2016 - Empate 0 a 0
Returno - Mineirão

COPA DO BRASIL

11/4/2012 - Empate 1 a 1
2ª fase - Arena Condá (Chapecó-SC)
Gols: Souza 16' (0-1), Walter 61' (1-1)
18/4/2012 - Cruzeiro 4 a 1
2ª fase - Arena do Jacaré (Sete Lagoas-MG)
Gols: Fabiano 32' (0-1), Thiago Carvalho 44' (1-1), Wellington Paulista 67' (2-1), Anselmo Ramon 74' (3-1), Wellington Paulista 78' (4-1)

COPA DA PRIMEIRA LIGA
09/02/2017 - Cruzeiro 2 a 0
1ª fase - Mineirão
Gols: Ramón Ábila 37', Ramón Ábila 52'

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

As conquistas cruzeirenses do mês de setembro

Carlos Henrique

O mês de setembro guarda na memória cruzeirense a lembrança de cinco títulos, sendo um deles o da Recopa de 1998 (foto acima) contra o River Plate. Confira:

CAMPEÃO MINEIRO DE 1968

1/9/1968 - Cruzeiro 1 x 0 Villa Nova - Mineirão - Campeonato Mineiro/Returno
O Cruzeiro garantiu o tetracampeonato mineiro, na penúltima rodada, com uma vitória simples sobre o Villa Nova, no Mineirão. O gol foi marcado pelo ponta-esquerda Rodrigues aos 25 minutos. Com o resultado, o Cruzeiro passou a somar 38 pontos e não pode mais ser alcançado pelo time de lourdes, que era o vice líder com 34 pontos na tabela de classificação.

O Campeonato Mineiro contou também com as participações de America, Araxá, Democrata-SL, Formiga, Independente, Uberaba, Uberlândia, Usipa e Valerio. Foi disputado no sistema de pontos corridos em turno e returno. O Cruzeiro conquistou o titulo de forma invicta.

CAMPEÃO MINEIRO DE 1972

7/9/1972 - Cruzeiro 2 x 1 C.a.m. - Mineirão - Campeonato Mineiro/Decisão
Foi o primeiro título conquistado na prorrogação. A decisão do título do estadual de 1972 foi em jogo único no Mineirão entre os rivais. O Cruzeiro saiu na frente com um gol do atacante Palhinha, aos 36 minutos, mas Dadá Maravilha empatou aos 61. O resultado de 1 a 1 no tempo regulamentar levou a partida para uma prorrogação de 30 minutos e Palhinha marcou o gol da vitória e do título, aos 116' de jogo.

O Campeonato Mineiro contou também com as participações de America, Atletico Tricordiano, Caldense, Democrata-SL, Fluminense, Nacional de Uberaba, Tupi, Uberlândia, Valerio e Villa Nova. Foi disputado em três fases. A primeira disputada por todos os participantes; a segunda por 8 clubes; e, a última por quatro. Cruzeiro e C.a.m. terminaram o quadrangular final com a mesma pontuação e, por isso, disputaram o título numa partida decisiva.

CAMPEÃO DA TAÇA MINAS GERAIS DE 1984

23/9/1984 - Cruzeiro 2 x 1 América - Mineirão - Campeonato Mineiro/1º turno
Em 1984 o Cruzeiro conquistou, pela quarta vez, o título da Taça Minas Gerais. Segundo o regulamento do troféu, o time que o conquistasse por três vezes consecutivas ou cinco alternadas ficaria com a sua posse definitiva. E esta foi a terceira conquista consecutiva do time estrelado, desde 1982. O título foi decidido contra o América em dois jogos, no Mineirão. O Cruzeiro venceu ambos pelo placar de 2 a 1, em 19 e 23 de setembro. 

A Taça Minas Gerais de 1984 foi colocada em disputa no 1º turno do Campeonato Mineiro, que foi dividido em três fases. Na primeira os 14 times se enfrentaram em turno único. Os quatro primeiros se classificaram para a semifinal, de onde saíram os finalistas. Os outros participantes da disputa foram Alfenense, C.a.m., Caldense, Democrata-SL, Democrata-GV, Guarani, Nacional de Uberaba, Tupi, Uberaba, Uberlândia, Valerio e Villa Nova.

CAMPEÃO DA RECOPA DE 1998

23/09/1999 - River Plate 0 x 3 Cruzeiro - Monumental de Nuñes - Decisão da Recopa
Por falta de patrocinadores, a decisão da Recopa Sulamericana de 1998, entre o Cruzeiro, campeão da Libertadores de 1997 e o River Plate, campeão da Supercopa de 1997, não foi disputada. No entanto, os adversários aproveitaram a coincidência de estarem no mesmo grupo da 1ª fase da Copa Mercosul de 1999 para decidirem o troféu. O cruzeiro abriu vantagem no primeiro jogo, no Mineirão, no dia 3 de agosto. Vitória por 2 a 0 com gols de Muller e Geovanni. No jogo da volta, em 23 de setembro, o time estrelado aplicou uma goleada histórica, por 3 a 0, em pleno Monumental de Nuñes. Os gols foram marcados por Geovanni, Marcelo Ramos e Gustavo. Finalmente, após três disputas, o Cruzeiro conquistava o troféu internacional.

CAMPEÃO DA TAÇA MINAS GERAIS DE 1985

25/9/1985 - Cruzeiro 0 x 0 C.a.m. - Mineirão - Campeonato Mineiro/1º turno
O quinto título da Taça Minas Gerais do Cruzeiro foi confirmado na última rodada do quadrangular final do 1º turno do Campeonato Mineiro. Um empate sem gols, no Mineirão, em 25 de setembro, confirmou a primeira colocação do time estrelado com 8 pontos ganhos - um a mais que o time de Lourdes.

A Taça Minas Gerais de 1985 foi colocada em disputa no 1º turno do Campeonato Mineiro, que foi dividido em duas fases. Na primeira os 14 times se enfrentaram em turno único. Os quatro primeiros se classificaram para um quadrangular final. Os outros participantes da disputa foram America, Democrata-SL, Democrata-GV, Fabril, Guarani, Nacional de Uberaba, Quinze de Novembro, Tupi, Uberaba, Uberlândia, Valerio e Villa Nova.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Mineirão 50 anos - Públicos no Campeonato Brasileiro nos anos 1970

Carlos Henrique

O Cruzeiro disputou 123 jogos pelo Campeonato Brasileiro nos anos 1970 no Mineirão. O público total foi de 2.936.070 torcedores. Uma média de 23.870 por jogo.

Maiores públicos do Cruzeiro no Mineirão pelo Campeonato Brasileiro (1970-1979):
1º - 13/02/1974 - Cruzeiro 0 x 1 Palmeiras (74.865)
2º - 24/07/1974 - Cruzeiro 1 x 1 Vasco (71.325)
3º - 04/12/1975 - Cruzeiro 1 x 1 America-RJ (63.711)
4º - 05/12/1979 - Cruzeiro 2 x 3 Internacional (58.851)
5º - 19/11/1975 - Cruzeiro 1 x 2 Fluminense (55.814)
6º - 02/07/1978 - Cruzeiro 2 x 2 Vasco (52.466)
7º - 27/09/1970 - Cruzeiro 1 x 1 Santos (50.513)
8º - 03/02/1974 - Cruzeiro 1 x 0 São Paulo (40.006)
9º - 15/11/1979 - Cruzeiro 2 x 1 Comercial-SP (39.488)
10º 27/10/1976 - Cruzeiro 1 x 0 Londrina-PR (39.399)

Maiores públicos do clássico no Mineirão pelo Campeonato Brasileiro (1970-1979):            
1º - 29/01/1978 - Cruzeiro 1 x 2 Cam (98.778)
2º - 13/12/1970 - Cruzeiro 1 x 1 Cam (98.205)
3º - 25/10/1970 - Cruzeiro 1 x 1 Cam (76.505)
4º - 10/10/1971 - Cruzeiro 1 x 1 Cam (74.173)
5º - 02/12/1979 - Cruzeiro 0 x 0 Cam (72.856)
6º - 23/04/1978 - Cruzeiro 2 x 0 Cam (69.258)
7º - 06/11/1977 - Cruzeiro 0 x 1 Cam (65.695)
8º - 07/09/1975 - Cruzeiro 2 x 2 Cam (62.812)
9º - 12/11/1972 - Cruzeiro 0 x 0 Cam (58.902)
10º - 11/11/1973 - Cruzeiro 0 x 0 Cam (47.535).

Torneios Malucos (8) - Taça Minas Gerais de 1975

Carlos Henrique

Um torneio de acesso que classificou todos os times e não eliminou ninguém. Isso aconteceu no futebol mineiro e valeu até pela Taça Minas Gerais. Essa lambança criada pelo presidente da Federação Mineira aconteceu em 1975 e só serviu pra bagunçar o calendário do futebol mineiro.

O presidente da Federação Mineira, Coronel José Guilherme, eram quem decidia tudo no futebol do estado na década de 1970. Eram os tempos do conselho divisional, que foi um dos reflexos da ditadura militar na sociedade brasileira. O Divisional havia substituído o Conselho Arbitral em que os representantes dos clubes é que apresentavam propostas e decidiam pelo voto. Com o Divisional, o presidente passou a decidir tudo e restavam aos clubes acatar.

Em 1975, o coronel decidiu reduzir o número de participantes do Campeonato Mineiro de 14 para 12 clubes. No entanto, não houve descenso no Estadual do ano anterior. O critério estava extinto desde 1969, assim como as divisões inferiores. De 1969 em diante, os 6 melhores colocados garantiam presença no Estadual do ano seguinte. Os demais clubes da Divisão Extra disputavam as vagas restantes do Estadual num Torneio Eliminatório. Mas em 1975, o Coronel mudou de ideia e obrigou todos a disputarem o Eliminatório.

Para motivar os clubes, a Taça Minas Gerais foi colocada em disputa. Assim o Eliminatório passaria a valer título de campeão. A taça Minas Gerais havia sido instituída em 1973 para ser disputada num torneio próprio, mas a partir desse ano o seu propósito começou a ser deturpado. O campeão da Taça entraria para o quadrangular final do Estadual com um ponto na tabela de classificação. Era o chamado "ponta extra". O curioso é que o Campeonato Mineiro teria duas fases anteriores ao quadrangular final, ou seja, se o campeão do eliminatório não se classificasse para o quadrangular, de nada valeria o ponto extra que conquistou!

Os 16 clubes da Divisão Extra foram divididos em chave A (Cruzeiro, Villa Nova, Nacional de Muriaé, União Tijucana de Ituiutaba, Uberaba, Fluminense, Democrata-GV e Sete de Setembro) e Chave B (América, Valério, Esab, Esportiva, Nacional de Uberaba, Uberlândia, Caldense e o time de Lourdes). Jogaram entre si em turno único. Os dois últimos colocados de cada chave ficariam de fora do Estadual, enquanto os primeiros colocados disputariam o título da Taça Minas Gerais.

O Torneio começou em 16 de fevereiro e, logo na 1ª rodada, surgiram os primeiros problemas definiriam os rumos do Eliminatório. O Democrata e o Fluminense perderam os pontos pela escalação de jogadores em situação irregular. A partir daí, a cada rodada, o Tribunal da FMF passou a receber seguidos recursos com pedidos de perdas de pontos, devido a escalações irregulares. Como os julgamentos atrasariam o desfecho do Eliminatório, o Coronel decidiu então classificar todos os times para o Campeonato Mineiro, que começou em 19 de abril.

O Eliminatório só terminou em julho, com a disputa de algumas partidas remarcadas, quando já havia encerrado a 2ª fase do Estadual. Com os resultados, o Cruzeiro e o time de Lourdes encerraram a disputa, como vencedores de suas chaves. Como o Campeonato Brasileiro começaria em agosto, a decisão da Taça Minas Gerais e o quadrangular do Campeonato Mineiro de 1975 ficaram para ser disputados no início de 1976. A bagunça estava confirmada.

O time de Lourdes venceu a decisão da Taça Minas Gerais em duas partidas contra o Cruzeiro e ficou com o ponto extra. O quadrangular final do Estadual foi disputado por America, Cruzeiro, Caldense e o time penado. Curiosamente, o time de Poços, ficou em 7º lugar na sua chave no Torneio Eliminatório e sequer deveria ter disputado o Campeonato Mineiro!

Mineirão 50 anos - Maior sequencia de vitórias no Campeonato Mineiro

Carlos Henrique

Entre 1969 e 1970 o Cruzeiro obteve 22 vitórias consecutivas pelo Campeonato Mineiro no Mineirão. A maior marca em jogos do estadual disputado na Pampulha. O time dirigido por Gérson dos Santos era formado por Raul, Raul Fernandes, Mario Tito, Fontana e Vanderlei; Piazza e Zé Carlos; Dirceu Lopes, Natal, Tostão (Evaldo) e Rodrigues.

Campeonato Mineiro 1969 (turno)
1 - 26/01/1969 - Cruzeiro 4 x 0 Valério
2 - 22/02/1969 - Cruzeiro 8 x 0 Tupi
3 - 02/03/1969 - Cruzeiro 1 x 0 Formiga
4 - 09/03/1969 - Cruzeiro 5 x 0 Sete
5 - 30/03/1969 - Cruzeiro 3 x 0 Araxá
6 - 13/04/1969 - Cruzeiro 1 x 0 Villa Nova
7 - 16/04/1969 - Cruzeiro 4 x 0 Villa do Carmo
8 - 27/04/1969 - Cruzeiro 1 x 0 América
9 - 05/05/1969 - Cruzeiro 1 x 0 Lourdes
10 - 07/05/1969 - Cruzeiro 2 x 0 Independente
Campeonato Mineiro 1969 (returno)
11 - 14/05/1969 - Cruzeiro 1 x 0 Democrata-GV
12 - 18/05/1969 - Cruzeiro 3 x 1 Democrata-SL
13 - 25/05/1969 - Cruzeiro 2 x 0 América
14 - 08/06/1969 - Cruzeiro 1 x 0 Atlético
15 - 15/06/1969 - Cruzeiro 1 x 0 Uberlândia
16 - 18/06/1969 - Cruzeiro 3 x 0 Villa Nova
17 - 25/06/1969 - Cruzeiro 1 x 0 Uberaba
18 - 28/06/1969 - Cruzeiro 5 x 0 Usipa
19 - 03/07/1969 - Cruzeiro 2 x 0 Sete
Campeonato Mineiro 1970 (turno)
20 - 28/06/1970 - Cruzeiro 5 x 2 Uberlândia
21 - 01/07/1970 - Cruzeiro 3 x 0 Valério
22 - 04/07/1970 - Cruzeiro 1 x 0 Flamengo

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Mineirão 50 anos - A massa é do Cruzeiro

Carlos Henrique

“A massa é do Cruzeiro”, declarou Afonso Celso Raso, presidente da Ademg, após o clássico entre Cruzeiro e o time de Lourdes, pelo Campeonato Mineiro, em 8 de novembro de 1981. A análise veio após o resultado do “desafio das torcidas”. A iniciativa promovida pela Ademg diferenciava os ingressos para cruzeirenses e lurdinhas. Além dos bilhetes azuis terem sido os mais vendidos, o que chamou a atenção foi que a torcida estrelada ocupou maiores espaços nos setores de ingressos mais baratos do estádio.

A ideia do “Desafio das Torcidas” era saber qual o clube levaria mais torcida para aquele clássico de 1981. O Mineirão era dividido em três setores: geral, arquibancada e cadeiras. O último era frequentado por torcedores mais abastados. Os bilhetes para as lurdinhas foram cor de rosa (óbvio, né!), escrito Atlético. Para os cruzeirenses o ingresso foi azul escrito Cruzeiro. Como não havia separação de torcidas nas cadeiras, um carimbo marcou o nome do clube no ingresso. Houve um ingresso neutro de cor diferente, para os torcedores que não tinham preferência clubística.

O temor da inferioridade numérica afligiu as lurdinhas a ponto de um banqueiro de uma cidade do interior enviar um cheque de Cr$ 5 mil para o cronista Roberto Drummond, do jornal Estado de Minas. Ele pediu ao jornalista que comprasse 50 ingressos de geral do C.a.m. e distribuí-los. O subsídio já tomava conta daquela torcida desde aqueles tempos. Alguns cruzeirenses que receberam estes ingressos tentaram trocá-los pelos do Cruzeiro nos postos de venda, mas não tiveram êxito.

O clássico terminou empatado em 1 a 1, mas a torcida do Cruzeiro foi quem comemorou. Na apuração do desafio foi maior que as lurdinhas no Mineirão com uma diferença de 2.245 ingressos a mais.

Chamou atenção a vantagem que uma torcida levou sobre a outra nos setores. Somando-se a geral e a arquibancada, que tinham ingressos mais baratos e eram setores do povão, a vantagem foi ampla dos cruzeirenses. Já nas cadeiras e outros setores considerados de elite, aconteceu o contrário. Para se ter uma ideia, o valor do ingresso da Geral era de Cr$ 100,00, enquanto o de cadeira era Cr$ 800,00. Mais do que provar que a torcida cruzeirense foi maior no clássico, o desafio das torcidas serviu também para inverter o mito de clube de massa na cidade.

Resultado final da apuração:
Arquibancada – Cruzeiro (35.126), C.a.m. (35.308), Neutros (3.152)
Geral – Cruzeiro (17.340), C.a.m. (14.086), Neutros (1.301)
Cadeira – Cruzeiro (2.152), C.a.m. (2.873), Neutros (86)
Acompanhantes Cadeiras - Cruzeiro (96), C.a.m. (202), Neutros (11)
Total - Cruzeiro (54.714), C.a.m. (52.469), Neutros (4.550)
Total Público Pagante = 111.733

Setores que tiveram bilhetes personificados, mas não eram considerados como público pagante:
Cadeira Cativa - Cruzeiro (965), C.a.m. (2.402), Neutros (152)
Tribunas - Cruzeiro (196), C.a.m. (657), Neutros (98)
Total - Cruzeiro (1.161), C.a.m. (3.059), Neutros (98)
Público Total = 116.051

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Curiosidades do confronto entre Cruzeiro e Vasco

Carlos Ribeiro

Fatos históricos e curiosos do confronto entre Cruzeiro e Vasco são muitos e dariam um blog inteiro. Portanto, relacionei alguns momentos desse grande jogo. No próximo jogo entre eles postarei outros.

Sob a luz dos refletores
do estádio São Januário, o Cruzeiro foi derrotado pelo Vasco por 3 a 1, em 11 de outubro de 1929. Apesar do resultado, o jogo entrou para a história do time estrelado. Foi o primeiro jogo noturno do Cruzeiro.

Dois amistosos de entrega de faixas de campeão
foram disputados em 1994. Em 22 de maio, o time cruzeirense entregou as faixas de campeão carioca aos atletas do Vasco, em São Januário. O amistoso terminou sem gols. No dia 5 de junho, o time vascaíno entregou as faixas de campeão mineiro aos atletas do Cruzeiro, no Mineirão. O time estrelado venceu o amistoso por 3 a 1.

No estádio Mané Garrincha
em Brasília, foi disputado o primeiro confronto em campo neutro. Foi em 13 de outubro de 1996, pelo Campeonato Brasileiro. Vitória estrelada por 1 a 0.

O zagueiro Procópio
cometeu uma trapalhada, que resultou no gol do empate vascaíno, em 22 de março de 1967, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro. O Cruzeiro vencia por 1 a 0 quando, aos 74 minutos, o auxiliar José Aldo Bandeira assinalou um impedimento do ataque do Vasco. Procópio segurou a bola com a mão na área, mas o árbitro Olten Aires de Abreu não havia confirmado a marcação de seu assistente e assinalou o pênalti, que deu o empate aos cariocas. Detalhe: o árbitro era da Federação Mineira!

Enquanto um pênalti maroto
era apitado contra o Cruzeiro, no Maracanã, a Organização Mundial de Saúde (OMS) emitia um alerta sobre o avanço da epidemia de cólera na Ásia. Nos últimos cinco anos, mais de 280 mil casos foram registrados e 73 mil óbitos confirmados em 20 países daquele continente.

3 a 3
foi o placar que Cruzeiro e Vasco repetiram nos jogos do turno e do returno do Campeonato Brasileiro de 2005, no Mineirão (26 de junho) e em São Januário (5 de outubro).

A maior virada do confronto
pertence ao Vasco na vitória por 3 a 2, em 8 de outubro de 1997, pelo Campeonato Brasileiro, no Mineirão. O Cruzeiro vencia por 2 a 0 com gols de Marcelo Ramos e Roberto Gaúcho, aos 8 e 16 minutos. O que parecia ser uma goleada azul virou uma virada cruzmaltina. O atacante Valdir diminuiu aos 36, o zagueiro Ricardo Rocha empatou, aos 69 e Valdir, aos 86 minutos, confirmou a virada. O atacante Marcelo Ramos desperdiçou um pênalti aos 42 minutos.

A patolada do meiocampista Nelson
do Vasco ofuscou a virada vascaína no Mineirão. Numa disputa de bola ele atacou as partes genitais do armador Luiz Fernando Gomes e, durante a semana, não se falou outra coisa. Nem os próprios companheiros de time pouparam o jogador da zoeira.

Uma briga incomum
aconteceu no amistoso entre Cruzeiro e Vasco, em São Januário, em 29 de abril de 1972. O treinador do Cruzeiro, Yustrich, que tinha o apelido de Homão, protestou contra a anulação do gol de Roberto Batata, no segundo tempo. O árbitro Airton Vieira Moraes, que era chamado de Sansão, deu um tapa no treinador que partiu para o revide. A confusão entre o árbitro e o treinador interrompeu a partida por 8 minutos. O Cruzeiro venceu o jogo por 1 a 0.

O dólar era cotado em Cr$ 5,81
para compra e Cr$ 5,84 para venda, enquanto o árbitro Airton Vieira de Morais e o treinador Yustrich brigavam em São Januário em 1972.

Mineirão 50 anos - Quem mais jogou em 1969, 1970 e 71

Carlos Henrique

O ponta direita Natal (foto) foi o atleta que mais atuou no Mineirão com a camisa do Cruzeiro em 1970. 

Jogadores do Cruzeiro que mais atuaram no Mineirão em 1969:
1º Raul e Zé Carlos 32
3º Evaldo 29
4º Piazza 28
5º Dirceu Lopes e Rodrigues 27
7º Fontana 24
8º Raul Fernandes 23
9º Vanderlei 22
10º Mario Tito 19
11º Natal 18
12º Hilton Oliveira e Tostão 17
14º Palhinha e Pedro Paulo 16
16º Neco 15
17º Darci 14
18º Lauro, Ricardo e Wilson Almeida 5
21º Gilberto e Petronilho 4
23º Zé Carlos Mérola 3
24º Moraes e Ninha 2
26º Cresio, Ildeu, Jackson 1

Jogadores do Cruzeiro que mais atuaram no Mineirão em 1970:
1º Dirceu Lopes e Natal 31
3º Zé Carlos 28
4º Piazza e Raul 22
6º Evaldo, Rodrigues e Vanderlei 21
9º Darci 19
10º Tostão 18
11º Fontana, Lauro, Mario Tito, Neco e Palhinha 16
16º Pedro Paulo e Raul Fernandes 14
18º Hilton Oliveira 13
19º Brito e Nêgo 11
21º Gilberto 10
22º Eduardo 9
23º Toninho Almeida 7
24º Ferreira 6
25º João Ribeiro, Moraes e Spencer 5
28º Dirceu Batista e Gil 4
30º Natal 3
31º Emerson e Tonho 2
33º Alfredo, Breno, Celton e Petronilho 1

Jogadores do Cruzeiro que mais atuaram no Mineirão em 1971:
1º Pedro Paulo 37
2º Dirceu Lopes 27
3º Helio 25
4º Perfumo 24
5º Palhinha 23
6º Lima 22
7º João Ribeiro 21
8º Zé Carlos 20
9º Roberto Batata, Spencer e Tostão 19
12º Fontana 18
13º Toninho Almeida e Vanderlei 17
15º Neiriberto 16
16º Evaldo 15
17º Gil, Piazza e Raul 13
20º Eduardo, Neco e Rodrigues 11
23º Gilberto, Mendes e Miro 10
26º Darci e Rinaldo 6
28º Baiano 4
29º Geraldo Galvão 3
30º Lauro 2
31º Dirceu Batista, Emerson, Iaúca, Mario Tito, Moraes, Natal e Vicente 1